terça-feira, 23 de agosto de 2011

CIRCUNCISÃO (1° parte)



Quando nos referimos aos rituais humanos, não é possível precisar ao certo a data e o local de sua origem. Esse é o caso da circuncisão, intervenção cirúrgica que consiste na remoção do prepúcio, prega cutânea que recobre a glande do pênis. Essa remoção, chamada também exérese do prepúcio ou peritomia (do grego peri, "em torno", e tomia, "corte"), é realizada atualmente em clínicas com condições de higiene e assepsia.

A circuncisão existe há mais de 5 mil anos. Ela é praticada numa vasta zona que vai da África subsaariana até o Oriente Próximo, incluindo a Pérsia, passando pelo Magreb, a Líbia e o Egito, a Palestina, a Síria, a Arábia e o Iêmen. Os turcos são circuncidados, assim como os muçulmanos da Ásia Menor. Judeus e muçulmanos do mundo inteiro são circuncidados, independentemente de suas convicções religiosas. Hoje em dia, o fator de integração e conformidade com a aparência física supera as crenças religiosas. Contabilizamos mais de 900 milhões de circuncidados no mundo, número que pode passar de um bilhão, se considerarmos a evolução do islamismo nas regiões sub-africanas e no Ocidente. Atualmente, as zonas de extensão da circuncisão são a Europa e os Estados Unidos. Por razões de higiene, a circuncisão ganha terreno, sobretudo, em meio laico.

Embora os historiadores tenham se limitado a conjeturas, sabemos que essa prática - como outras intervenções e marcas corporais - antecede todas as invenções da humanidade e até mesmo o monoteísmo. A Bíblia relata que na época de Abraão a circuncisão já era conhecida e praticada às margens do rio Jordão e na Samaria.

Desde o princípio, essa prática inscreveu-se no registro do simbólico: "E a aliança que eu faço com vocês e com seus futuros descendentes, e que vocês devem observar, é a seguinte: circuncidem todos os homens. Circuncidem a carne do prepúcio. Este será o sinal da aliança entre mim e vocês. Quando completarem oito dias, todos os meninos de cada geração serão circuncidados; também os escravos nascidos em casa ou comprados de estrangeiros, que não sejam da raça de vocês" (Gênesis, XVII, 10-11).
Com exceção dos hieróglifos, estamos diante do texto mais antigo que trata de uma prática ligada ao órgão genital de mais de um bilhão de homens no mundo. Desde tempos remotos, ela envolveu inúmeros povos da Arábia-Iêmen, Etiópia-Sudão-Egito e Mesopotâmia, que estiveram entre os maiores inovadores de ritos sociais.
Heródoto confirma a antiguidade do costume: "[...] Os colquidianos, os egípcios e os etíopes são os únicos povos que sempre praticaram a circuncisão. Os fenícios e os sírios da Palestina reconhecem nesse hábito a influência dos egípcios; os sírios que vivem nos vales do Termodon declaram que esse costume foi introduzido em sua comunidade há pouco tempo pelos colquidianos". E o grande historiador de Halicarnasso conclui: "Egípcios e etíopes, eu não saberia dizer qual dos dois povos foi o primeiro a praticá-lo, pois trata-se de um costume muito antigo" (Histórias, II, 104).

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

"Li e Gostei"


Livro Vivendo Sem Máscaras
Autor:Charles Swindoll

Editora Betânia
O problema é que por trás de nossas máscaras, da imagem que procuramos projetar, sentimo-nos solitários, efetivamente distanciados e isolados das pessoas a quem mais amamos e cuja aceitação e perdão são tão importantes para nós.

Neste livro, Charles Swindoll, também autor de Eu, Um Servo? e de Firme Seus Valores, trata de uma das mais marcantes necessidades de nossa época: a de termos relacionamentos abertos, sinceros e significativos.

Páginas: 224

Formato: 13,5 x 21,0 cm.

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Quem foi Maimônides? (Judaísmo)



Quem foi Maimônides?




Rabi Mochê ben-Maimon é tido como o maior codificador da Lei Oral judaica, além haver sido, em sua época, um dos maiores médicos que a humanidade já logrou ter, bem como um dos maiores filósofos. Sua principal obra em questões de Torá - o grande livro "Michnê Torá" fôra compilado diretamente do texto talmúdico de forma sistemática, evitando as dificuldades que são comuns ao estudante da Lei Oral diretamente da fonte, no Talmud. Fôra o único a escrever um livro que abrangesse toda a Torá, incluindo leis concernentes ao serviço diário no Miqdach (Templo), ou demais leis que não são vigentes no tempo em que o Miqdach ainda não se encontra reconstruído.

Nascido em Córdoba, no sul da Espanha, em meados do séc. XI, o grande Maimônides foi e é até hoje o símbolo do judaísmo sefardita, considerado como o "pai dos anussim", pois fôra o primeiro a escrever responsas e livros que servisse de ajuda para os que se encontravam em nosso estado em sua época.

Conspicuamente fiel ao texto talmúdico, como é imprescindível e consentâneo que seja sábio após o desterro no qual foi nosso povo esparso pelos quatro cantos do mundo, ele escreve: "…tudo o que está no [próprio corpo do] Talmud Babilônio, é obrigado todo judeu a cumprir, e obriga-se a toda cidade e região a fazer de acordo com todos os "minhagôt" (costumes promulgados pelo tribunal de Torá) decretados pelos Sábios do Talmud, e a agir conforme todas as "guezerôt" (decretos proibitivos) e "taqanôt" (decretos positivos) que por eles foram decretadas."

Sua fidelidade ao texto talmúdico, conforme ordenado pelos sábios que o selaram (Rabiná e Rav Achê), influenciou grandes figuras do rabinato sefaradita mesmo após vários séculos. Quando certo sábio da idade média quiz afirmar que "nessas últimas gerações pode-se aceitar como lei tudo o que for dito por todo rabino de toda época, pois a "halakhá"deve ser promulgada de acordo com os últimos, diz Rabi Al-Achqar: "…não sei até que geração de que últimos ele se refere, pois os "últimos" sobre os quais alude o Talmud, são os últimos do próprio Talmud, e se de acordo com suas palavras, até que ponto se estender??…"

Nestas últimas gerações, nas quais o judaísmo empeça a tomar rumos abstrusos e cada grupo étnico ou ideológico busca apresentar novas idéias e novas formas de encarar a Torá, Maimônides nos deixou um livro no qual tudo se encontra conciso e simples, ao alcance de todos e vigente para todas as épocas, contendo regras de legislação que fazem com que o mesmo seja atual mesmo nas épocas ainda futuras em relação não somente à dele, senão mesmo à nossa, levando-nos de volta às fontes da Torá, cumprindo-a como ela realmente é, sem mudanças e sem deixar-nos levar por nossas próprias tendências ideológicas.

Sendo discípulo direto dos gueonim da Babilônia, possuía toda a tradição direta de suas mãos, que a trouxeram diretamente de seus antecessores, os amoraím (últimos Sábios do Talmud), sendo suas fontes as mais fidedignas com respeito às dúvidas que possam recair-se sobre textos talmúdicos ou mesmo significados de termos sobre os quais discutem longamente demais rabinos europeus de sua época que, caso tivessem acesso à tradição gaônica, não teriam porque divergir em suas opiniões diversificadas. O meio em que viviam, porém, era antagônico ao califados maometanos, e por imposição dos governos cristãos, perderam o contato com os grandes sábios babilônicos, sob ameaça de serem tidos como traidores, agindo em prol da conquista islâmica da Europa. 

terça-feira, 16 de agosto de 2011

TREZE ATRIBUTOS DA MISERICÓRDIA (Judaísmo)


Seguem-se os Treze Atributos e uma breve explicação sobre cada um:

O Eterno – este Nome denota o atributo Divino da Misericórdia e
milagres feitos por Ele para anular até mesmo as leis da natureza
por Ele criado. Seu Nome aparece duas vezes nos atributos. Na
primeira significa que D'us tem piedade dos pecados do homem, apesar de Ele saber que a pessoa cometerá atos indignos no futuro.

O Eterno – a segunda menção de Seu Nome denota que mesmo que alguém tenha pecado, D'us misericordiosamente aceita seu arrependimento.

El (D'us) – este Nome denota o infinito poder do perdão Divino. Nele está implícito um grau de misericórdia que ultrapassa o indicado pelo Nome de Seu primeiro e segundo atributos.

Rachum (Compassivo) – D'us alivia o castigo dos culpados e ajuda as pessoas a evitar situações penosas.

Ve-Chanun (e Gracioso) – D'us é gracioso mesmo com os que não o
merecem.

Erech Apayim (Tardio em irar-se) – D'us é paciente com os justos e
com os iníquos. Ao invés de logo punir os pecadores, Ele lhes dá
tempo para se recuperarem e se arrependerem.

Ve-Rav Chessed (e Magnânimo em Sua Bondade) – D'us é bondoso mesmo com os que não têm o mérito de praticar o bem. E se o comportamento de alguém se equilibra entre a virtude e o pecado,D'us inclina a balança do julgamento para o lado do bem.

Ve-Emet (e Verdadeiro) – A verdade é o próprio Selo Divino. D'us
jamais volta atrás em Suas palavras de recompensar os que o merecem.

Notzer Chessed Le-alafim (Preservador da Bondade para milhares de gerações) – D'us preserva as boas ações das pessoas em benefício de seus descendentes. É por isso que constantemente invocamos os
méritos dos patriarcas do povo judeu: Abrahão, Itzhak e Jacob.

Avon (Iniqüidade) – Esta é uma das três categorias de pecado e se
refere a um pecado intencional, perdoado por D'us se houver
arrependimento sincero.

Va-Pesha (Pecado Rebelde) – Este é o tipo mais sério de pecado,
cometido com a intenção de causar a Ira Divina. Mesmo uma
transgressão tão séria é perdoada quando há arrependimento.

Ve-Hatê (e Erro) – Este é o pecado cometido pela apatia e pela
insensibilidade, também perdoado por D'us, mediante o arrependimento.

Ve-Nakê (Aquele que purifica) – Quando alguém se arrepende, D'us
purifica o seu pecado, fazendo desaparecer o efeito do mesmo.

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

HADAGÁ PESSACH (Cultura Judaica)



Preparando para Pessach

Na noite anterior ao primeiro Seder Pessach, imediatamente após o pôr do sol (após a oração de Arvit), realiza-se a busca do Chamets (pão ou produtos fermentados) nos lares, em todos os locais onde porventura tenha sido introduzido chamets durante o ano . Chamets é todo o cereal das cinco espécies- trigo, cevada, centeio, aveia e trigo sarreceno - ou de seus derivados. que entrou em contato com água, iniciando, assim, o processo de fermentação.
Caso o Sêder seja sábado à noite, a vistoria deve ser feita na quinta-feira à noite.
As donas-de-casa costumam esconder nos diferentes cantos da casa dez pedacinhos de pão embrulhados em papel, de maneira que o esposo os encontre durante a busca. Isto é para que a bênção não seja pronunciada em vão.
Ele é procurado com uma vela em todos os quartos e dependências da casa. Antes de realizar tal busca, recitamos a seguinte bênção:
BARUCH ATA ADON'I ELOHENU MELECH HAOLAM ASHER KIDESHANU BEMITSVOTAV VETSIVANU AL BIUR CHAMETS.
Bendito sejas Tu, ó Eterno, Rei do Universo, que nos santificaste com Teus mandamentos e nos ordenaste a queima do Chamets.
Imediatamente após esse ato devemos desconsiderar o Chamets. O essencial nessa atitude é a nossa firme decisão de considerar todo o fermento que possuímos, mesmo sem tê-lo visto, como algo inteiramente destituído de valor, inútil, comparado ao pó. Nossos sábios ordenaram posteriormente que devemos expressar esses pensamentos pronunciando a oração Kal Chamirá ("Todo o fermento..." etc.).
KAL Chamirá DEIKÁ BIRSHUTI DELA CHAZITEH UDELÁ BIARTEH LIBTIL VELEHVE KEAFRÁ DEARÁ. (três vezes)
Que todo o Chamets existente nas minhas propriedades, que eu não tenha visto nem queimado, seja desconsiderado e tratado como o pó da terra.
Todo o chamets encontrado durante a vistoria, e o que será consumido na manhã seguinte, deve ser guardado em local alto, fechado e seguro .
Depois de haver desconsiderado o fermento da noite, devemos fazê-lo de novo pela manhã a partir das 10:30. Após queimá-lo, dizemos o seguinte:
KAL CHAMIRÁ DEIKÁ BIRSHUTI DE CHAZITEH UDELÁ CHAZITEH DE BIARTEH UDELÁ BIARTEH LIBTIL VELEHVE KEAFRÁ DEARÁ. (três vezes)
Que todo o Chamets existente nas minhas propriedades, que eu tenha visto ou não, que eu tenha queimado ou não, seja desconsiderado e tratado como o pó da terra.


Eruv Tavshilin

1- É proibido preparar em Yom Tov qualquer coisa para Shabat. Por isso, quando o Yom Tov cai na quinta-feira ou na sexta-feira, não se pode trabalhar ou cozinhar para Shabat, a não ser que se faça Eruv Tavshilin na véspera do Yom Tov.
2- Pegam-se dois tipos de alimentos (exemplo: um ovo cozido e uma Matsá) e recita-se uma oração para que seja permitido preparar numa sexta-feira alimento para o Shabat. A bênção é a seguinte: "Bendito sejas Tu, nosso Eterno D'us, Rei do Universo, que nos santificaste com Teus mandamentos e nos ordenaste fazer o Eruv. Por meio deste Eruv nos seja permitido fazer pão, cozinhar, preparar e esquentar comida, acender velas e fazer em Yom Tov tudo o que for necessário para Shabat".
3- Deve-se conservar o Eruv Tavshilin até sexta-feira à noite, quando é consumido.


Preparação da Mesa

No Seder se prepara a mesa da seguinte forma: Três Matzot são colocadas numa bandeja em cima, estes representam os três grupos de judeus: os Cohanim, Leviim e Israel.
Ao lado dessas matsot se colocam os seguintes símbolos:


a- ZEROÁ

Pedaço de osso do cordeiro ou ovelha, que se coloca em cima e à direita da bandeja. O osso simboliza o poder com que D'us nos tirou do Egito e o cordeiro nos lembra o cordeiro Pascal, o cordeiro sacrificado no Templo.


b- BETSÁ

Ovo cozido, colocado em cima e à esquerda da bandeja, simboliza uma lembrança do sacrifício que se oferecia em cada festividade.


c- MAROR

Erva amarga, colocada no centro da bandeja, simboliza os sofrimentos suportados pelos escravos judeus no Egito. Usamos a escarola, verdura mais amarga que a alface.


d- CHAROSSET

Mistura de nozes, amêndoas, tâmaras, canela e vinho. Colocada embaixo e à direita da bandeja, representa a argamassa com a qual os judeus trabalhavam na construção das edificações do Faraó.


e- KARPÁS

O salsão, colocado embaixo, à esquerda. Essa verdura, molhada em vinagre ou água salgada, serve para introduzir o sabor do Êxodo. Lembra o hissopo (Ezov), com o qual os israelitas aspergiram um pouco de sangue nos batentes das suas casas, antes da praga dos primogênitos.


f- CHAZERET

Escarola. Coloca-se sob o Maror.
Além disso, colocam-se na mesa:
- Um recipiente com água salgada, na qual se mergulham as verduras.
- Uma taça para cada um dos presentes. O conteúdo mínimo de cada taça é de 86 ml (valor numérico de Kós = copo).


Kadesh

Enche-se a primeira taça de vinho e recita-se o Kidush. Levantamos o copo do Kidush e proclamamos a santidade deste Dia da Libertação!


No sábado, começar com:


Houve a noite e houve a manhã. Era o sexto dia quando o céu e a terra estavam terminados, com todas as suas legiões. No sétimo dia D'us terminou a obra que havia realizado. E absteve-se no sétimo dia de todo o trabalho que havia feito. E abençoou o sétimo dia e fê-lo sagrado, pois nele havia terminado toda a obra de Sua criação.


Nos outros dias da semana começa-se com:


Estas são as festas de D' us, são as convocações que proclamareis no seu tempo.
Com vossa permissão, senhores!
Bendito sejas Tu, ó Eterno, nosso D'us, Rei do Universo, Criador do fruto da vinha.
Bendito sejas Tu, ó Eterno, Rei do Universo! Tu nos chamaste para o Teu serviço dentre os povos e nos ergueste dentre as línguas e consagraste nossas vidas com mandamentos. Em amor Tu nos deste (os sábados para o descanso), festas para alegrar-nos, épocas solenes para celebrarmos, esta festa das Matsot, este dia de santa convocação, a época de nossa libertação, a comemoração da saída do Egito. Tu nos escolheste e nos santificaste dentre todos os povos. (E o sábado e) teus sagrados dias de festa (com amor e boa vontade) com alegria e júbilo nos concedeste. Bendito sejas Tu, ó Eterno, nosso D'us, que santificas (o sábado), Israel e as festas solenes.


Quando o Seder ocorre no sábado à noite, acrescenta-se a seguinte Havdalá:


Bendito sejas Tu, ó Eterno, Rei do Universo, Criador das luzes do fogo, Bendito sejas Tu, ó Eterno, Rei do Universo, que diferencias entre o sagrado e o profano, entre a luz e as trevas, entre Israel e os outros povos, entre o sétimo dia e os seis dias de trabalho.
Tu distinguiste a santidade do sábado da santidade das outras festas; e o dia sétimo, dos seis dias de trabalho. E distinguiste e santificaste ao Teu povo Israel, com a Tua Santidade.
Bendito sejas Tu, ó Eterno, que diferencias entre um sagrado e outro.
Aos sábados e dias úteis continuar aqui.
Bendito sejas Tu, ó Eterno, nosso D'us, Rei do Universo, que nos conservaste em vida, nos amparaste e nos permitiste chegar a esta época festiva.
Todos tomam o primeiro copo de vinho, reclinados.


Echad Mi Yodêa - Quem sabe o que é um? (Canção)


Quem sabe o que é Um? Um, eu sei; Um é nosso D'us nos Céus e na Terra.
Quem sabe o que são duas? Duas eu sei; duas são as Pedras da Lei. Um é nosso D'us nos Céus e na Terra.
Quem sabe o que são três? Três eu sei; três são os patriarcas, duas são as Pedras da Lei. Um é nosso D'us nos Céus e na Terra.
Quem sabe o que são quatro? Quatro eu sei; quatro são as matriarcas, três são patriarcas, duas são as Pedras da Lei, Um é nosso D'us nos Céus e na Terra.
Quem sabe o que são cinco? Cinco eu sei; cinco são os livros da Torá, quatro são as matriarcas, três são os patriarcas, duas são as Pedras da Lei, Um é nosso D'us nos Céus e na Terra.
Quem sabe o que são seis? Seis eu sei; seis são os tomos da mishná, cinco são os livros da Torá, quatro são as matriarcas, três são os patriarcas, duas são as Pedras da Lei. Um é nosso D'us nos Céus e na Terra.
Quem sabe o que são sete? Sete eu sei; sete são os dias da semana, seis são os tomos da mishná, cinco são os livros da Torá, quatro são as matriarcas, três são os patriarcas, duas são as Pedras da Lei, Um é nosso D'us nos Céus e na Terra.
Quem sabe o que são oito? Oito eu sei; oito são os dias até o pacto da circuncisão, sete são os dias da semana, seis são os tomos da mishná, cinco são os livros da Torá, quatro são as matriarcas, três são os patriarcas, duas são as Pedras da Lei, Um é nosso D'us nos Céus e na Terra.
Quem sabe o que são nove? Nove eu sei; são os meses da gestação, oito são os dias até o pacto da circuncisão, sete são os dias da semana, seis os tomos da mishná, cinco são os livros da Torá, quatro são as matriarcas, três são os patriarcas, duas são as Pedras da Lei, Um é nosso D'us nos Céus e na Terra.
Quem sabe o que são dez? Dez eu sei; dez são as locuções do Decálogo, nove são os meses da gestação, oito são os dias até o pacto da circuncisão, sete são os dias da semana, seis são os tomos da mishná, cinco são os livros da Torá, quatro são as matriarcas, três são os patriarcas, duas são as Pedras da Lei, Um é nosso D'us nos Céus e na Terra.
Quem sabe o que são onze? Onze eu sei; onze são as estrelas (do sonho de Yossef), dez são as locuções do Decálogo, nove são os meses da gestação, oito são os dias até o pacto da circuncisão, sete são os dias da semana, seis são os tomos da mishná, cinco são os livros da Torá, quatro são as matriarcas, três são os patriarcas, duas são as Pedras da Lei, Um é nosso D'us nos Céus e na Terra.
Quem sabe o que são doze? Doze eu sei; doze são as tribos, onze são as estrelas (do sonho de Yossef), dez são as locuções do Decálogo, nove são os meses da gestação, oito são os dias até o pacto da circuncisão, sete são os dias da semana, seis são os tomos da mishná, cinco são os livros da Torá, quatro são as matriarcas, três são os patriarcas, duas são as Pedras da Lei, Um é nosso D'us nos Céus e na Terra.
Quem sabe o que são treze? Treze eu sei; treze são os atributos de D'us, doze são as tribos, onze são as estrelas (do sonho de Yossef), dez são as locuções do Decálogo, nove são os meses da gestação, oito são os dias até o pacto da circuncisão, sete são os dias da semana, seis são os tomos da mishná, cinco são os livros da Torá, quatro são as matriarcas, três são os patriarcas, duas são as Pedras da Lei, Um é nosso D'us nos Céus e na Terra.



quinta-feira, 11 de agosto de 2011

DEUSES NA BÍBLIA (PARTE FINAL)





Moloque ou Moleque: da raiz Malak,"ser ou tornar-se rei ou rainha,reinar" significa "rei".(Lv 18:21;I Rs 11:7;II Rs 23:10;Jr 32:35).Também era conhecido com o nome Milcon pelos amonitas e fenicios aquem alguns Israelitas sacrificaram seus filhos no vale de Hinom.Segundo  alguns historiadores Moloque era uma divindade  construída  de bronze com as mãos abertas em forma de concha,e oca por dentro.No seu interior os sacerdotes  colocam lenha e ateavam fogo e quando a estátua estava incandescente eles,nos rituais apregoavam a necessidade de sacrifícios humanos.


Nebo: proveniente do acádico,Nabu significa "chamar,anunciar".Nome de um ídolo babilônico que presidia o saber e as obras literárias.
A sede do seu culto era Brosipa,perto de Babilônia.Na época de Isaías se venerava as estátuas de Nebo.(Is 46:1)  


Nergal: Divindade Babilônica do sol.A sede do seu culto era  cidade de Cuta.Senhor das regiões infernais e deus da guerra e das epidemias.(II Rs 18:4)


Neustã:serpente de metal adorada pelos israelitas,(Nm 21:9;II Rs 18:4)


Nibaz: deus dos heveus (II Rs 17:31)


Nisroque: deus dos Assírios (II Rs 19:37;Is 37:38)


Quium:deus dos Egípcios (Am 5:26;At 7:43)


Rainha dos céus:Melechet.Há Shamaiym,deusa de Patros (Egito)(Jr 7:18;44:17)


Rimon: deus de Damasco (Síria)(II Rs 5:18)


Sucote-Benote: deus da Babilônia (II Rs 17:30)


Tartaque: significa "principe das trevas".Um deus dos Heveus em Samaria(II Rs 17:31)


Terafins ou Ídolos do lar: Terafins (Os 3:4).Estatuetas e deuses domésticos e que não representavam um deidade particular.Eram de diferentes tamanhos (Gn 31:19,30,34;I Sm 19:13), e é provável que foram considerados amuletos de boa sorte,pois eram consultados (Ez 21:21;Zc 10:2).Raquel roubou os terafins de seu pai Labão (Gn 31:19,30,34).